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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Como emagrecer sem passar fome



Esse é um grande dilema.
Se você pertence àquela classe de pessoas que come e bebe o que bem entende, não derrama suor na academia e, ainda assim, permanece magro, saiba que é uma exceção. E agradeça aos seus ancestrais, pois, certamente sua genética o privilegiou com essa característica.
Mas esse não é o caso da maioria de nós, ao menos não depois de adultos. Seja na café da manhã, comendo aquele pão quentinho ou na hora da cervejinha com os amigos, fica aquela sensação incômoda, quase uma culpa. Sabemos muito bem onde esses carboidratos irão se instalar: geralmente na barriga.
Iniciamos, então, bravamente, alguma dieta de fome. Porque somos pessoas decididas. Nossos dias começando gloriosamente com 3 torradas integrais light, 2 colherinhas das de chá de queijo cottage (que gastamos logo na primeira torrada) e chá verde com adoçante à vontade. O restante do dia não será mais animador: muito esforço na academia, corridas e uma ração, digo, refeição sem graça a cada três horas (pra não desmaiar de fome). Ô natureza cruel! 
Quanto tempo se passará até cair em tentação e devorar aquele pedaço de torta mousse de chocolate? E já que tudo está perdido, porque não comer mais um pedaço? 

Será a natureza essa malvada que nos leva a ter apetite e depois nos pune com indesejáveis camadas de gordura pelo corpo? Sem falar em todas as complicações de saúde que essa gordura nos traz.

Mas não precisa ser assim.


O que é a Dieta do Paleolítico


O período paleolítico foi aquele que antecedeu o início da prática da agricultura, quando os homens eram essencialmente caçadores e coletores. Ele ocorreu entre cerca de 3.000.000 de anos até 10.000 anos atrás fonte . Isso significa que nós só passamos a consumir cereais (trigo, aveia, arroz, centeio, etc) e leguminosas (feijões, soja, amendoim, favas, ervilhas, lentilhas, etc) há cerca de 10.000 anos, o que é uma fração muito pequena comparada a todo o período pré-histórico. O que os defensores dessa dieta explicam é que nossos ancestrais, desse período tinham a alimentação à qual nosso corpo está adaptado geneticamente, assim como nos adaptamos às condições de temperatura e concentração de oxigênio que nosso planeta oferece. Afinal, foi sob essas condições que nós evoluímos. O que faz todo o sentido pra mim!, 


E o que esses ancestrais comiam?


A dieta do homem no paleolítico provinha da caça e da pesca, ou seja, muita carne e gordura animal; e era complementada com o que conseguiam coletar como: frutos silvestres, insetos e larvas, raízes e vegetais. Não era uma dieta fixa pois, dependia muito da oferta desses alimentos conforme a região e a época.
A essa altura você já deve ter concluído que eles não comiam grãos ou alimentos processados e refinados. E não, eu não estou sugerindo que você passe a apreciar larvas e insetos ao melhor estilo Timão em "O Rei Leão"_ Viscoso, mas gostoso!
A proposta é procurar adaptar nossa dieta, o máximo possível àquela praticada pelo homem do Paleolítico, ou seja,comer  comida de verdade!
Vou compartilhando com vocês as receitas e truques que uso diariamente em minha dieta, como já fiz aqui.



O que não comer na Dieta do Paleolítico


É importante eliminar os cereais e as leguminosas, ou seja, adeus arroz, feijão e pão, só pra começar. Maaaaas, essa não é a base da pirâmide alimentar que aprendemos desde a infância? É, mas, quando foi elaborada essa pirâmide? E baseada em quê? Isso será tema de um outro post.
Os alimentos refinados e processados também ficam de fora. Chega de ficar lendo rótulos no supermercado (até porque eles omitem muita coisa). Comida de verdade não necessita de rótulo; você olha e sabe o que é. Um pedaço de carne é carne animal e um pé de alface é uma verdura.


Porque eu tenho procurado seguir a Dieta do Paleolítico?

Minha motivação para estar nesse caminho é minha saúde e não propriamente o emagrecimento. Digamos que o controle do peso corporal tem sido um bônus para mim. Venho tentando controlar os sintomas da SII (Síndrome do Intestino Irritável) há anos, inclusive com dietas vegetariana, vegana e crudívora. Ingenuamente pensava que meu corpo não se dava bem com as gorduras e carnes e nem suspeitava dos carboidratos. Quando iniciei a Dieta do Paleolítico, precisei de um período de adaptação, pois nem conseguia comer proteínas e gorduras em todas as refeições. Hoje, me farto com vários ovos já de manhã, o que me dá energia suficiente para não aguardar ansiosamente pelo almoço, mesmo após caminhar e até dar umas braçadas no mar E, sim, eu era dessas que sentia fome a toda hora.



Não seria mais uma dieta da moda?

Vamos ser realistas, dietas da moda são aquelas que restringem o consumo de gorduras pois, como mostrado acima, essa foi nossa dieta por milhares de anos contra a preconizada atualmente, que só teve início há 10.000 anos.


Mas, e sobre emagrecer sem passar fome? Na Dieta do Paleolítico você pode comer o quanto desejar, chega dessa falácia de contar calorias (o trecho abaixo explica o que nos faz engordar). Embora, com o tempo, você sentirá cada vez menos fome, pois estará emagrecendo

Trecho do livro que estou lendo : "Por que engordamos e o que fazer para evitar", traduzido de "Why we get fat" de Gary Taubes:

"Os alimentos mais engordantes são os que têm o maior efeito sobre os níveis de insulina e o açúcar em nosso sangue. São as fontes concentradas de carboidratos, em particular os que podemos digerir depressa: qualquer coisa feita de farinha refinada (pães, cereais e massas), carboidratos líquidos (cerveja, suco de fruta e refrigerante) e amidos (batata, arroz e milho). Esses alimentos inundam a corrente sanguínea com glicose rapidamente. O açúcar no sangue dispara; a insulina dispara. Nós ficamos mais gordos. Não é de surpreender que, durante cerca de duzentos anos, esses alimentos foram considerados particularmente engordantes."


Você já conhecia essa dieta, já pratica ou pensou em praticá-la?


Deixe seu comentário!


Abraços e beijos



sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Aprenda como fazer ghee - a manteiga clarificada dos indianos





O que é ghee

O ghee, ou manteiga clarificada é considerado o ouro líquido para os indianos, que o utilizam, não somente para fins culinários, mas também na saúde e na cosmética. Além de não conter lactose, tem um ponto de fumaça elevado, ou seja, é difícil de queimar e é um saudável substituto para os óleos vegetais (que passam por processos químicos para sua obtenção ) na hora da fritura ou refoga.

No Nordeste brasileiro, temos a manteiga de garrafa, que é bem parecida com o ghee. Na feira que frequento, ela é vendida em garrafas mesmo, até já comprei, mas ainda prefiro o sabor e a pureza do ghee que eu mesma preparo, já que não gasto mais que meia hora no processo.


Por que optei pelo ghee para cozinhar


No post anterior dei algumas dicas de como tornar nossas refeições mais saudáveis com simples substituições de ingredientes básicos. E a gordura que usamos para cozinhar, com certeza é um dos ingredientes mais presentes em nossas receitas, uma vez que ela é responsável por grande parte do sabor dos pratos, e não deixa a preparação grudar na panela.
Durante muito tempo fomos convencidos de que deveríamos substituir as gorduras animais (manteiga, banha) pelos óleos vegetais sob o risco de engordar ou entupir nossas artérias. Mas as pesquisas científicas atestam exatamente o contrário.
Não sou médica e não poderia explicar aquilo que já aceito como certo e tento praticar em minha vida, que é uma dieta baseada no aumento das gorduras e proteínas e diminuição dos carboidratos. E devo dizer o quanto isso favoreceu minha digestão e saúde intestinal. Se você dispuser de um pouco de tempo poderá ver esse vídeo de um médico brasileiro explicando o assunto e provando, com argumentos embasados em pesquisas científicas, que as gorduras (naturais) não são os vilões  da história.


Como fazer o ghee




Para preparar meu ghee, uso a manteiga que compro na feira livre de minha cidade. Ela vem da roça, e é preparada a partir da nata do leite de vaca. Compro toda semana, bem fresquinha, mas, tem um problema, ela vem salgada. E bem salgada, a fim de conservar melhor, com certeza. Nada que não se resolva facilmente lavando a manteiga. Sim, como ela é gordura quase pura, basta ir colocando água filtrada e ir mexendo, trocando a água e mexendo até sair todo o sal.







Levo ao fogo mínimo, numa panela de inox e espero a espuma subir. Você pode ir retirando essa espuma, mas também pode esperar que ela irá, aos poucos, diminuindo e assentando no fundo da panela. Nesse momento, a água já evaporou e é importante cuidar para que os resíduos não queimem no fundo da panela. Desligue o fogo quando eles parecerem fritos, mas não morenos. Espere amornar e passe por um coador de papel diretamente no recipiente de vidro onde irá armazenar.


Como usar o ghee 


A medicina Ayurveda usa o ghee na cura de inúmeros males, basta uma busca rápida pela internet para conhecer esses usos. Eu, no entanto, uso para fazer meu omelete ou fritar os ovos no café da manhã, para refogar alho e cebola nos cozidos, e, na falta da banha de porco da roça, até para untar a chapa onde preparo meu bife ou hambúrguer caseiro (receita em breve). Esses dias, usei para fritar uns chips de batata doce que ficaram bem sequinhos, como podem ver.
Enfim, use em todos os pratos quentes. 





Além de saudável, o sabor é aveludado, suave, com certeza vai agradar seu paladar.



Mas, para quem não tem acesso à manteiga caseira ou não gosta de culinária, pode comprar o ghee já pronto.

E você, já usa o ghee? Ou ficou com vontade de experimentar?

Deixe seu comentário!


Beijos e abraços






sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Como tornar suas receitas mais saudáveis


Camila Forti

Alimentação saudável não pode se restringir a salada, legumes ao vapor e carne grelhada, até porque, comer é, além de necessário, um dos prazeres da vida. Quem não tem aquelas deliciosas receitas de família que não se encaixam nem de longe no conceito de saudáveis? E, principalmente agora, com as férias chegando, as festas de final de ano, reunião de família. Você já está pensando como vai poder conciliar seu projeto de levar uma vida mais saudável com esses momentos imperdíveis ao lado dos familiares?
Mas existe uma solução! Substituir alguns ingredientes tradicionais por outros mais saudáveis!

Veja como:


1- Óleos e gorduras:


Camila Forti
Óleos vegetais (e as margarinas feitas a partir desses óleos), são extraídos de sementes como a soja, milho, girassol, colza (óleo de canola), etc. Passam por processos de extração química, são desodorizados e alterados. E ainda assim são preconizados como saudáveis. Substitua-os por manteiga caseira ou óleo de coco se tiver intolerância a lactose, que são gorduras extraídas mecanicamente, sem a necessidade de uso de químicos. Para cozinhar, prefira usar o óleo de coco ou o ghee, a manteiga clarificada dos indianos, usada, inclusive, para fins medicinais, que ainda vou ensinar a fazer aqui. Para molhos e saladas, prefira azeite de oliva de alta qualidade, mas é preciso saber escolher os que não foram "batizados" com óleo de soja (o que vai render um post só com esse assunto).




2- Adoçantes:


açúcar branco, no mínimo, acrescenta uma quantidade imensa de calorias sem nenhuma nutrição à sua dieta. E não adianta substituir por adoçantes artificiais. Nos EU já foram feitos estudos comprovando efeitos colaterais desagradáveis atribuídos ao uso deles na dieta (mais um tema para um post de esclarecimento). Substitua o açúcar branco ou mascavo (que no fim é sacarose pura também) por açúcar de coco, rico em minerais e com baixo índice glicêmico. Você também pode usar o mel crú, que, além de adoçar seus pratos, ainda tem ações medicinais, além da textura e aparência maravilhosas como calda para pudins e sorvetes.

3- Temperos

Camila Forti
Se você ainda usa os temperos industrializados e "caldos" em cubinhos, pelo seu bem e de sua família, experimente ler os rótulos. Verá que, além de estabilizantes, acidulantes, e outros componentes, a maioria, senão todos, levam o famigerado "realçador de sabor", ou glutamato monossódico que, na melhor das hipóteses é o responsável pelo inchaço das pernas e da barriguinha. Ao invés disso, prepare o tempero na hora com cebola, alho, ervas frescas ou secas, pimenta da boa  e um bom sal não refinado. As ervas aromáticas, além de conferir sabor, possuem qualidades digestivas.

O sal refinado ou sal de mesa, é processado de maneira que os minerais são quase completamente retirados, restando apenas o sódio, que é bem conhecido por elevar a pressão sanguínea, produzir retenção de líquidos, entre outros incômodos. Ao invés disso, utilize um sal não refinado, que contém cerca de 60 diferentes minerais e, além de saborizar, nutre. No Brasil, a Anvisa proíbe que seja comercializado o sal bruto, como aquele que nossas avós utilizavam, que era de um branco encardido (devido à presença de muitos minerais) e empelotava no saleiro, portanto, só nos resta utilizar os importados. Eu uso esse aqui .


4- Batatas:


Eu troquei a batata inglesa por batata doce, mandioca (aipim ou macaxeira) e inhame  por um único motivo: sendo a batata inglesa amplamente comercializada e consumida em nosso país, certamente sua produção em larga escala requer muito mais agrotóxicos se comparada às outras duas opções. A menos que você tenha acesso à batata orgânica. A batata doce e o aipim podem ser adquiridos de pequenos produtores ou mesmo plantadas no quintal. Aqui em casa, nem preciso comprar batata doce, depois que enterrei uma rama no jardim, nunca mais acabou (ainda vou ensinar como consumir as folhas da batata doce, uma iguaria). O pessoal do fisioculturismo tem enaltecido as qualidades da batata doce, está na moda. Mas, modismos à parte, sempre é possível variar e, pra quem não conhece, um purê de batata doce combina demais com peixe ou carne suína.


5- Pães e Bolos:


Não importa se branca ou integral, de qualquer forma, a farinha de trigo é um problema para quem tem algumas restrições alimentares, tais como celíacos ou quem, como eu, tem o diagnóstico de SII (Síndrome do Intestino Irritável). Mas, é possível viver sem pão? Uma alternativa deliciosa para todos dias, no café da manhã é a tapioca ou beiju. Como diariamente e ainda vou ensinar como fazer sem complicações. Pra quem não sabe, a tapioca é feita da mandioca e não contém glúten. Mas não é só a tapioca que pode substitui o trigo. Quando bate aquela vontade de uma guloseima, a farinha de coco permite que seja possível fazer bolos, pancakes e até brownies fofos e deliciosos.


Camila Forti


6- Ovos:


Já ouviu falar que o ovo o alimento mais completo que existe? O ovo foi o vilão por um tempo, mas hoje já está voltando a ser  reconhecido como nutritivo e saudável.  Mas, assim como os frangos, para ser saudáveis, é preciso que venham de criações que pastam livremente, tomam sol e ar suficientes. E isso exclui os ovos de granja. O melhor mesmo é substituí-los por ovos caipira. E cuidado com os ovos caipira de granja que são comercializados por aí. A melhor fonte é a feirinha de orgânicos e produtos da roça.

Ainda há muitas outras substituições saudáveis que podemos fazer em nossas receitas, mas hoje vou parar por aqui para não me alongar muito.


Está gostando dessas dicas?

Deixe um comentário abaixo.

Abraços e beijos!









Uma Vida Poderosa


O que vem a ser isso? Ter uma vida poderosa?

A palavra poder, normalmente, está associada a comandar outras pessoas. Uma pessoa tem tanto mais poder quanto maior for o número de pessoas comandadas por ela. No entanto, existe um poder ainda mais importante, que é o poder que se tem sobre si mesmo, aquela velha história de que o homem precisa conquistar seus territórios interiores antes de conquistar os exteriores.Assumir o comando de si mesmo, fazer as melhores escolhas em todas as áreas da vida, seja na profissional, física, emocional, intelectual e mesmo geográfica. E, sendo o ser humano, essa complexidade, haverá sempre uma área carecendo de atenção a fim de que possa ser completamente apropriada por nós mesmos, já que, se não fazemos nossas escolhas, se não nos apropriamos de nossa vida, sempre haverá quem o faça por nós, subtraindo, assim, nosso poder.

Nesses tempos de comunicação e informação aceleradas que vivemos, somos induzidos a, cada vez mais, utilizar as ferramentas que nos são apresentadas a todo momento se não quisermos ser deixados ao longo do caminho. Resta a reflexão do porquê e para que usaremos tais ferramentas.

Vivemos uma época sensacional, onde o real e o virtual começam a se fundir e os limites para a realização humana estão se ampliando numa escala exponencial. Nossos avós nem poderiam sonhar com todo o universo de informação no qual hoje navegamos, porém, o mais intrigante, nossos corpos não mudaram desde os tempos de nossos avós. Já pensou nisso? Nossos órgãos continuam funcionando da mesma forma que os dos nossos avós!

A indústria alimentícia se desenvolveu no sentido da praticidade para o consumidor e da maior lucratividade para ela própria. Todos querem a praticidade, o fast food, e eu me pergunto: será que queremos mesmo? Ou foi a propaganda que nos convenceu disso? Não seria essa uma necessidade criada pela indústria para nos vender seus produtos?

Nossos corpos gemem, muitas vezes gritam por atenção, por cuidados. Eles estão sofrendo com os aditivos que lançamos impiedosamente em seu interior e que eles não conseguem reconhecer como alimentos.

Qual deve ser o objetivo de hoje podermos realizar nossas tarefas, nos locomover, obter informações, produzir e aumentar nossos ganhos materiais utilizando todas as ferramentas de que dispomos? Se toda essa evolução não nos puder proporcionar um maior cuidado conosco mesmos, com nosso organismo?

Somos essa dicotomia: tão fortes, tão frágeis!

Toda a evolução que estamos alcançando deve sim, nos proporcionar mais tempo e condições de respeitarmos nossa própria natureza. O caminho equivocado de tentar alimentar nosso organismo com não alimentos já foi trilhado, eis que chegamos ao ponto de fazer o caminho inverso. Difícil aceitar isso, que parece um contra senso em tempos de evolução acelerada? Mas é assim que acontece. Tudo no Universo é regido por leis específicas e essa é a lei do nosso corpo: ele requer alimento de verdade, boas emoções, sol, ar e atividade adequados para continuar a nos proporcionar essa incrível experiência que é a vida. Nos apropriar do conhecimento de como respeitar essas leis é alcançar saúde plena e viver uma vida realmente poderosa!

Nessa minha jornada, no sentido de me apropriar de todos os setores de minha vida, sempre li e pesquisei muito, coloquei em prática, testei muitas coisas e fiz minhas descobertas também, baseada no conhecimento de outros e em minha própria experiência. E é o resultado disso tudo que desejo compartilhar aqui, com vocês, nesses posts, que vou arquivar nessa categoria sob o marcador "Vida Poderosa".

Vou adorar receber seu comentário e saber suas dúvidas a respeito do assunto. Quero que você me diga sobre o que gostaria de ler. Tenho muito a oferecer e desejo, de coração, colaborar para que mais pessoas se apropriem totalmente de suas vidas, aprendendo a respeitar essa máquina genial que é o nosso corpo.

Abraços e beijos!




segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Começando o ano com o pé direito


Primeiro post de 2014
Uma vez mais quero desejar a todos um Feliz Ano!!!!!

E nada melhor que começar o ano desentulhando a casa, abrindo espaço para as novidades que haverão de chegar. Mas isso não significa que devamos desentulhar nossa casa e entulhar ainda mais os lixões da cidade, não é mesmo? Sejamos sustentáveis e economizemos o planeta e nosso bolso. Olhem que ideia linda que encontrei na net e pus em prática com muito prazer.



Um gracioso, fofinho e muito útil tapetinho feito com as toalhas de banho velhas.

O passo-a-passo não tem segredo nenhum, só um pouquinho de paciência e gosto por trabalhos manuais.
1- Corte as toalhas pelo comprimento em tiras de, no máximo 3cm de largura, nem precisa cortar muito certinho, não.
2- Saia fazendo uma trança, emendando as tiras durante o feitio usando agulha e linha (se preferir, emende à máquina).



Fazendo a trança da Rapunzel, uma delícia!


3- Comece a montar o tapete pelo centro como mostra a foto, sempre circulando e prendendo com pontos de agulha e linha.



Não tem segredo! O tamanho do tapete vai depender da quantidade de tiras que você emendar. Para esse aí usei uma toalha branca e a metade de um roupão. Trancei com duas tiras brancas e uma marinho.

O resultado é aquele da primeira foto, você pode usar três cores diferentes e compor a seu gosto. O meu ficou assim, marinheiro que só! Foi para o banheiro dos hóspedes que experimentaram e aprovaram. Fica bem fofo e absorvente para a saida do banho.

Uma reciclagem prá lá de charmosa, não acham?